10.7.19

Manuel Carvalho, diretor do Público, partiu a cerviz

A coerência, só por si, não faz parte da lista dos princípios éticos de uma sociedade. Há, no entanto, situações em que ela é fundamental para a credibilidade das pessoas e/ou das instituições.
No curto espaço de seis meses, este diretor de um jornal deu uma cambalhota de 180 graus e quebrou a cerviz da sua coerência profissional.
A intelectual Fátima Bonifácio e o arruaceiro Mário Machado: a mesma pulsão racista.
Para este conhecido jornalista, o racismo da cátedra universitária é muito diferente do racismo dos becos.

"As bestas do extremismo andam por aí e  trágico fechar-lhes os olhos; mas trazê-los para a primeira ordem de prioridades e dar-lhes a representatividade que não têm pode não ser tragédia menor."



" No caso em concreto estava em causa um texto de uma intelectual consagrada, cujas teses rejeitamos mas julgámos caberem nos limites da liberdade de expressão"

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