17.5.18

Honni soit qui mal y pense

Pergunto-me por que razão, na altura do Festival de Cinema de Cannes, algumas mulheres portuguesas  conhecidas das tv's se "metem" a passear na passadeira vermelha e, se calhar, isto sou eu a pensar, a acenar qual rainha inglesa aos seus súbditos?
Estão lá em nome de quê? De quem? Que terão estas mulheres em comum: Rita Pereira, Pimpinha Jardim, Dolores Aveiro (mãe do CR)? E há mais.
Ou será que se compra um bilhete para pisar a dita passadeira, nos momentos de pausa, como se fosse para andar nos carrinhos de choque?
Ou será que são as revistas "pink" que lhes pagam e as atiram para a ribalta para uns breves momentos de glamour e assim enriquecerem as suas publicações?
Ou haverá mesmo outras justificações para que alguém que se torna desconhecido mal atravesse a fronteira vá parar à passadeira vermelha?
Ora aqui está o link do artigo que me provocou tamanhas reflexões de lana-caprina.

Cristina Ferreira brilha na passadeira vermelha

Ah! Descobri uma explicação.

"O rosto da estação de Queluz de Baixo foi a convite de uma marca de joias e teve a oportunidade de desfilar na passadeira vermelha do tão aclamado evento.

«Os sonhos tornam-se realidade. P.S: As joias são do outro mundo. Deve ser por isso que tenho 3 seguranças sempre atrás de mim», afirmou.

Cheia de brilho, da cabeça aos pés, Cristina Ferreira não coube em si de contente. Para a ocasião, escolheu dois vestidos, completamente diferentes um do outro."

 O mistério mantém-se: e as outras?

4 comentários:

  1. Não conheço a "celebridade"
    Bfds

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    1. Também não é decisiva na cena nacional, logo, o Pedro não perde nada! :)
      Bom fim de semana.

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  2. As outras também são pagas por qualquer coisa, Célia. Ou apenas estão lá pelo prazer de se verem nas revistas cor de rosa.
    Abraço e bom fds

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    1. É o glamour do desmérito. :)
      Bom fim de semana.
      Abraço, Carlos

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