1.4.18

Ele há coisas...

...que me metem espécie.
Por um lado, pagamos, e não bufamos, os contínuos desaires da banca e continuamos à toa sem saber quem recebeu a mais, quem desviou, quem geriu, quem fez vista grossa, alguém que seja responsabilizado! Por outro lado, temos um tal Antonio Pedro Silva, administrador dos CTT, que não só acha que uma loja de construção civil pode ter um posto de correios, ou que uma junta de freguesia possa dispor também de um posto e que, por via protocolar, haverá uma contribuição financeira que poderá pagar totalmente ou parcialmente o funcionário. O dinheiro tudo pode.
Servir as populações até aplaudo, mas não tardará, que em caso de queixas e reclamações, ficaremos a saber sobre quem cairá o ónus odioso.
Numa entrevista, o dito administrador ainda teve cara para dizer que de momento não sabiam quanto é que a empresa tinha poupado com o fecho das lojas, que só lá para o final de Abril e que seria algo que requeria maturação.
Esta resposta dada ao jornalista aponta para dois aspetos: a empresa está a ganhar tempo para apresentar valores por entre rodriguinhos e malvasias, tudo embrulhado em boas intenções ao serviço do povoléu. Ou demonstra que fechou postos de correios a olho nu, sem acautelar necessidades e direitos das populações, em suma, sem estudo prévio de custos e ganhos!
 Isto é para acreditar?
Deve ser, porque um país quase inteiro que acredita que um homem morreu e ressuscitou ao terceiro dia e que esse mesmo homem nasceu do cruzamento de uma mulher virgem com uma pomba, acredita em tudo. Sobretudo em milagres.

4 comentários:

  1. Povo brando que apenas no futebol demonstra a sua raça.

    CTT, uma história mal permitida e bem aproveitada para quem continua a encher os bolsos à conta do povo.

    Que país tão tristemente dirigido!!!

    Beijo, C

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  2. Tudo já me cansa, António. ..

    Beijo

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  3. A minha mãe trabalhou toda a vida nos CTT.
    Por isso tudo o que tem a ver com os CTT mexe comigo.
    Dá-me pena ver o que está a acontecer à empresa :(
    Boa semana

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  4. Sim, Pedro.
    Um dos documentos para pagamento do Imi nunca foi entregue.
    Foi recebido um em meu nome sobre um imóvel que está registado em meu nome, o outro documento, que é o "doloroso" e até é fracionado em 3 tranches nunca chegou! No portal das finanças lemos que o documento foi enviado.
    Obrigada.
    Um abraço

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