3.7.16

Colombo, o ovo e o brexit.

Possivelmente será a minha vontade secreta em reverter o Brexit pelo medo que me provoca o desmantelamento de uma Europa quase exclusivamente liderada pela Alemanha totalitária;
Possivelmente estou a olhar demasiado para trás e a temer a confirmação de que efetivamente a História é cíclica;
Possivelmente porque não confio na Alemanha nem em França enquanto países apaziguadores numa Europa onde recrudescem ideologias da extrema-direita,
....por tudo isto achei que o Ricardo Reis, professor de Economia da universidade de Columbia em N.Y e colaborador do Dinheiro Vivo, apresentou, entre três opções depois do brexit, uma que me parece exequível e que me faz lembrar o ovo de Colombo. Ou então, e o mais certo, é o meu lado crédulo e singelo de não querer deixar escapar RU por entre os dedos. Precisamos dele.
Escreve, então, o economista:

...."o Reino Unido pode ter eleições legislativas antecipadas nos próximos seis meses. O líder do governo demitiu-se e o líder da oposição parece estar a dias de lhe fazer companhia. Uma maioria significativa do eleitorado está contra o atual governo, ou contra a saída da UE. Por isso, o atual governo não tem um mandato para negociar a saída da UE. 
Na campanha eleitoral, um (ou mais) partidos podiam assumir a permanência na UE como parte do seu programa. Se ganhasse(m), então teria(m) legitimidade para manter o Reino Unido na UE, depois de seis meses de incerteza e confusão."

Ovo de Colombo?

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